domingo, 18 de Julho de 2010

antes de ╞ agenda

Para mais informação sobre os eventos, carregar nos cartazes/imagens.




de 22 de Julho a 3 de Outubro EXPOSIÇÃO COLECTIVA na SALA DO VEADO






de 23 de Julho a 26 de Setembro ANA VIDIGAL - MENINA LIMPA, MENINA SUJA

[Ana Vidigal, Menina limpa procura menina suja]
blogue






Decorre até 15 de Agosto PORTUGALARTE 10




Decorre até 3 de Setembro SETE SÓIS SETE LUAS





de 31 de Julho a 14 de Agosto ► FESTIVAL DOS OCEANOS






23 de Julho ► LINHA DE ÁGUA






Decorre até 27 de Julho FESTIVAL AO LARGO

sábado, 17 de Julho de 2010

(títalo desconhecido)


Spiro, The Sky is a Blue Bowl



Esta entrada serve para agradecer ao Mike a partilha da música que aqui deixo hoje!
Serve também para agradecer novamente à Lara por me(nos) ter descoberto e ter comunicado isso mesmo. O poema que lhe dediquei é importante porque fala da importância para a nossa saúde de transformar as palavras em poema, não as guardando para nós. E ultimamente tenho tido dificuldade em expulsar as palavras...
Num destes dias, num acto mais de sono que de outra coisa, eis que carreguei no google reader no botão que automaticamente considerou todas as entradas como lidas; e deixei de saber o que queria comentar… o busílis é que tinha lá entradas muito antigas e que aguardavam pelo momento certo, aquele em que teria oportunidade para lhes dedicar a minha atenção. Paciência.
Por ora, já consegui despachar os principais emails em atraso e estou a tratar do assunto dos comentários: a seu tempo conseguirei chegar a bom porto, até porque, em princípio, as coisas começarão a amainar.







(este cartoon é da última campanha eleitoral, mas mantém-se cómico)

domingo, 11 de Julho de 2010

Eugenio Bennato

«Che me fa fa’ st’ammore
tutta la vita a navigare
tutte le vele a consumare
tutte le isole a scoprire (...)»

Eugenio Bennato foi uma daquelas descobertas insubstituíveis do Sete Sóis Sete Luas. Incrível. Ritmo rápido. Às vezes lento e nostálgico. Absolutamente local. Tradicional. Absolutamente multicultural e universal. Tem vozes etíopes, marroquinas, crioulas, e de muitas outras origens à mistura. Excelente para colorir os dias. Bendita tarântula!




Sponda Sud


Che il Mediterraneo sia


Ritmo di contrabbando


Taranta power

domingo, 4 de Julho de 2010

artista da semana : RUVÉN AFANADOR

Ruvén Afanador é colombiano e tem um daqueles nomes que, uma vez escutado, nunca mais se esquece.






Além do nome, também me parece pouco provável que se esqueçam das suas fotografias fortes. Foi a série/livro Mil Besos que me fez fazer esta entrada e ponho aqui só algumas dessas fotografias incríveis (há mais na página do fotógrafo).




quinta-feira, 1 de Julho de 2010

des][educação




domingo, 27 de Junho de 2010

obrigado

Nos princípios da nossa relação, lembro-me de termos abordado a questão da "pertença" que o uso do possessivo pressupõe e de ele não assumir, para mim, um carácter castrador ou limitativo. Lembro-me da tua aversão ao uso da categoria gramatical "apensa às pessoas próximas" e de como me tenho esforçado para a evitar quando a ti me refiro ou assino cartões e bilhetes.
As coisas surgem e acontecem se e quando assim tiver que ser. Também foi assim com as alianças, lembras-te?
Talvez seja por isso que estamos mais fortes e unidos. Porque deixamos as coisas acontecerem, simplesmente.
Se sou o teu Zé, tu és o meu Paulo, porque estás e vais sempre comigo e não penso em mim sem pensar em ti. Deve ser isso o amor. Isso e as palavras doces que me escreves e dizes.
Que orgulho e alegria imensa por estar ao teu lado.

Já lavei a cara, já lavei o pé...

PS - Obrigado a tod@s pelos comentários e votos expressos.

sexta-feira, 25 de Junho de 2010

coisinha simples para o meu Zé


Isabel Silvestre, Ó Zé


Eu, que tenho ligeira aversão aos possessivos apensos às pessoas próximas – como se fossem objectos –, passei a gostar, no entanto, de dizer o meu Zé.

E o meu Zé é especial – todos os zés e marias de todos aqueles que amam devem sê-lo (mas se até os que não têm zés ou marias têm dias especiais…).

Hoje é o dia do meu Zé, que por ser meu é superiormente especial. O dia em que as nuvens se curvaram para revelar o sol que iluminou, desde o primeiríssimo instante, os olhos de céu cheios do meu Zé – que são também o meu céu, afinal.

Hoje é o dia pacífico em que a bioquímica proporcionou que chegasse primoroso, inteiro, fiel, destro. Doce e azedo. Amargo e perfeitamente perfeito. Tal como o são os seres bons e belos... e imperfeitos. Portanto, existe nele o meu paraíso, mesmo que às vezes me esqueça disso. Mas acordo depois e regresso-lhe como filho pródigo.

Assim, tu que te tornaste a minha pátria, o meu latifúndio, a minha casa, a minha segunda pele, ouve-me: que todos os teus dias tenham a polpa da felicidade e possas colher em cada um deles sustento suficientemente saciante para transformar os espinhos do caminho no suave bálsamo das árvores rumorejantes e generosas.

Sabe que dobrar desta forma a vida contigo é ________!

Há dias assim. Dias cheios de toda a plenitude do mundo, em que partir é chegar com as mesmas, e afinal diferentes, mãos de todas as horas, mãos marcadas de tão cheias que estão, de tão carregadas que vêm.

Hoje é esse dia. Muitos parabéns, meu amor!

 
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