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quarta-feira, 7 de setembro de 2011
fotos
Hoje, partilho mais fotos, mais uma pequena parte das que partilhei por aí e que ambos tirámos em julho na Beira Alta e Nordeste Transmontano
terça-feira, 6 de setembro de 2011
que céu lindo
Reparem bem na cor do céu. Centradinho e tudo...
Sabem onde é, sabem?
(clicar nas fotografias para VER melhor)
Sabem onde é, sabem?
(clicar nas fotografias para VER melhor)
(apanhado numa das últimas viagens que fizemos)
quarta-feira, 27 de abril de 2011
o rio a estrada
[nota: num destes dias, os meandros do Zêzere,
enquanto subíamos a caminho da minha aldeia]
enquanto subíamos a caminho da minha aldeia]
quinta-feira, 21 de abril de 2011
a cruz
Canto Russo - Видящи Тя висима, Христе
Nesta seleção de crucifixos estão alguns dos que mais nos impressionaram, desde os medievais (que vimos em Barcelona e Lucca), ao de Filippo Brunelleschi e de Michelangelo (ambos em Florença), e ainda os que havemos de ver no Escorial (de Benvenuto Cellini) e em Assis.
domingo, 3 de abril de 2011
quinta-feira, 17 de março de 2011
Japão 日本

Tantos infortúnios juntos cheiram a apocalipse. Ou escatologia. Como há quase uma semana, ainda continuo a chorar ao ver algumas imagens de destruição maciça. Tenho pavor a desastres naturais. Somos demasiado frágeis! Em espécie de homenagem a gente tão, aparentemente, civilizada, e como a desgraça não atrai nada de positivo, aqui fica um vídeo com factos curiosos.
sábado, 15 de janeiro de 2011
ah, e tal / dois
À distância, podemos dizer que na viagem a Itália correu tudo bem. Mas, claro, a organização italiana tinha de se manifestar de alguma forma. Sim, os italianos são muito piores que nós em termos de organização. Digamos que o que correu pior aconteceu num restaurante em Veneza, cujo empregado não queria aceitar 0,40€ em moedas de 5 cêntimos. Foi engraçado, porque nos serviu surper mal, cobrou caro pelo serviço (coperto) e ainda teve a lata de nos dizer que aquelas moedas eram negras e que só serviam para supermercados e máquinas de tabaco... não serviam para um restaurante. Ah, foi ver-nos crescer!...
Outra situação ocorreu em Florença, num dia de borrasca, tendo nós bilhete pré-comprado e com reserva (sim, pagámos mais 4€ cada um) para a Galleria dell’Accademia, estávamos na fila e o segurança queria mandar-nos para outra fila, por sinal, gigante, argumentando que não podíamos entrar naquela... Com mais um americano, fizemos finca-pé. E por pouco comiam-nos os 4€.
Num comboio, houve uma família numerosa de asiáticos (chineses?) que foi abordada por um pica e fizeram um pé de guerra que durou mais de duas horas, com polícia e tudo porque não tinham pago o bilhetes das crianças.
Ah, e a maior decepção? Incrível, mas foi mesmo a Galleria degli Uffizi. Pelo tempo de espera (quando forem, comprem online com reserva!!!) que deve ter rondado duas horas, pelos magotes de pessoas, pelos grupos de turistas que invadem salas, fazem imenso barulho e não deixam ninguém usufruir dignamente qualquer que seja a obra de arte.
Outra situação ocorreu em Florença, num dia de borrasca, tendo nós bilhete pré-comprado e com reserva (sim, pagámos mais 4€ cada um) para a Galleria dell’Accademia, estávamos na fila e o segurança queria mandar-nos para outra fila, por sinal, gigante, argumentando que não podíamos entrar naquela... Com mais um americano, fizemos finca-pé. E por pouco comiam-nos os 4€.
Num comboio, houve uma família numerosa de asiáticos (chineses?) que foi abordada por um pica e fizeram um pé de guerra que durou mais de duas horas, com polícia e tudo porque não tinham pago o bilhetes das crianças.
Ah, e a maior decepção? Incrível, mas foi mesmo a Galleria degli Uffizi. Pelo tempo de espera (quando forem, comprem online com reserva!!!) que deve ter rondado duas horas, pelos magotes de pessoas, pelos grupos de turistas que invadem salas, fazem imenso barulho e não deixam ninguém usufruir dignamente qualquer que seja a obra de arte.
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
ah, e tal / um
Em 2005, fiz um curso em Bolonha com mais 5 universitários portugueses (alguns de nós acabámos por nos tornar amigos); foram 2 semanas fabulosas. Mas só lá passámos 1 fim-de-semana (o anterior ao Carnaval) que aproveitámos para ir a Florença num dia e a Veneza no outro. As duas cidades foram uma surpresa absoluta. Percebi imediatamente que tinha de voltar com o Zé e com mais tempo.
Assim, no verão passado, cumpriu-se: 3 dias inteiros só para Florença e outros 3 só para Veneza. Além disso, ainda fomos a Lucca, Pisa, Bologna, Ravenna e Padova. Mesmo não tendo sido um período demasiado alargado, foram as férias mais longas que já tivemos no estrangeiro. Voltámos cheios. Satisfeitos. Foi caro, mas voltámos realmente muito satisfeitos com as surpresas que os vários sítios nos revelaram. Deslocámo-nos sempre de comboio, com bilhetes que individualmente nos custaram entre o 1€ e pouco até uns míseros 52€ (no veloz Frecciarossa); também andámos em toda a sorte de “carrozza” (carruagem), desde o Frecciarossa até ao regional mais regional que pode haver - mas, graças a deus, todos (!) tinham ar condicionado. Também andámos muito a pé e até à exaustão.
Estivemos mais uma vez em Milão, que foi o aeroporto para onde voámos, e desta vez vimos a Última Ceia. No Centro-Norte de Itália, ficam ainda para ver vários locais, assim de repente: Modena, Verona, Vicenza, Portovenere, Assisi, Arezzo, Siena, San Gimignano, Sirmione… ficam para outras alturas. Veneza será para voltarmos mais vezes. Por aqui se pode ver como a Itália nos encanta...
Assim, no verão passado, cumpriu-se: 3 dias inteiros só para Florença e outros 3 só para Veneza. Além disso, ainda fomos a Lucca, Pisa, Bologna, Ravenna e Padova. Mesmo não tendo sido um período demasiado alargado, foram as férias mais longas que já tivemos no estrangeiro. Voltámos cheios. Satisfeitos. Foi caro, mas voltámos realmente muito satisfeitos com as surpresas que os vários sítios nos revelaram. Deslocámo-nos sempre de comboio, com bilhetes que individualmente nos custaram entre o 1€ e pouco até uns míseros 52€ (no veloz Frecciarossa); também andámos em toda a sorte de “carrozza” (carruagem), desde o Frecciarossa até ao regional mais regional que pode haver - mas, graças a deus, todos (!) tinham ar condicionado. Também andámos muito a pé e até à exaustão.
Estivemos mais uma vez em Milão, que foi o aeroporto para onde voámos, e desta vez vimos a Última Ceia. No Centro-Norte de Itália, ficam ainda para ver vários locais, assim de repente: Modena, Verona, Vicenza, Portovenere, Assisi, Arezzo, Siena, San Gimignano, Sirmione… ficam para outras alturas. Veneza será para voltarmos mais vezes. Por aqui se pode ver como a Itália nos encanta...
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
segunda-feira, 26 de abril de 2010
memória do lugar interior
sexta-feira, 9 de abril de 2010
nota da redacção
Continuamos na minha aldeia. Por aqui o tempo roda a um velocidade incrivelmente diferente: o relógio pode ser substituído pela gravação do sino da capela e pelo percurso do sol; o clima é ameno, com um calor doce. Gostamos disto. Só de vez em quando. Único senão: a velocidade da internet móbil deixa-nos, quando podemos descansar, sem paciência para grandes deambulações... Uma nota de humor: «Eu é mais bolos».
terça-feira, 10 de novembro de 2009
outro beijo
Este beijo é nacional, no cimo do Parque Eduardo VII. Nem menos queer nem com menos confraternização que o de Praga que ontem aqui pus.
Mas porque haviam de ter vandalizado a saia à moça? Moda nacional, pois.
Ver mapa maior
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
a coroa vermelha da Sbratření derreteu!

Nesta fotografia, apanhámos um beijo um tanto ou quanto, como direi, queer.
Na verdade, esta 'confraternização' [Sbratření] teve nada de pacífico e muito pouco de libertador. Enfim, a História. Ah, a foto foi tirada em Agosto aqui ▼ (no mapa, corresponde à sombra na relva, espero que consigam perceber a qual sombra me refiro) ▼
Ver mapa maior
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
luz
[Tiësto, Surrounded by Light]
O facto de diariamente atravessar o Tejo conduziu-me às origens, a outras paisagens e a outro rio. Cresci nas margens apertadas e sinuosas de um rio com um nome igualmente apertado e sinuoso, a olhar o céu e com vontade de fugir, a ver passar aviões ao largo, longe, com um fio de fumo atrás. Para muito longe que vá, os meandros do Zêzere nunca me sairão da memória. Engraçado como as paisagens da infância/adolescência marcam tanto...
... De avião, no avião, chamei a atenção do Zé para os meandros na paisagem, para as estradas que desenhavam as montanhas. E ele tirou várias fotografias quer na ida quer no regresso. Nestes dias, a rever essas fotos de Agosto, constatei que havia paisagens que não me eram absolutamente estranhas. Fiquei a ver e a imaginar. Não é que reconheci alguns sítios? O Zé apanhou não só os meandros do Zêzere como em duas delas registou a minha aldeia, quer na ida quer no regresso. Coincidências. Perante as condições, as cores são as possíveis.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
..:: esqueci-me do meu nome / Exw ksexasei tónoma mou ::..
Filippos Pliatsikas & Eleytheria Arvanitakh, Eho ksehasei to onoma mou (esqueci-me do meu nome)
Para nós que ninguém nos ouve, não percebo a ponta de um cu do que ambos cantam. Poderia ser chinês, mas não; é mesmo grego. Nem sei se os nomes estão bem transcritos! Também não sei porquê, mas hoje apeteceu-me (re)ouvi-los e partilhar. Para os mais venturosos, a letra está aqui, mas o melhor mesmo é que tem a tradução em inglês.
fotografia minha [pormenor de um dos trajes do Menino Jesus de Praga; este tem origem chinesa e é de 1894]
segunda-feira, 25 de maio de 2009
sexta-feira, 22 de maio de 2009
..:: conclusão : ainda sobre londres ::..
Já devem ter percebido como não tenho tido disponibilidade para grande feedback, no entanto, acho que tinha de responder a alguns comentários à minha entrada com as fotos de Londres. Eu sei que Londres consegue ser muito consensual e atractiva, inclusive graças aos seus 7 a 8 milhões de habitantes que amplificam a sua magnitude cultural. Pronto, consegue entusiasmar-me mas nada por aí além (e ainda mais depois de ver a habituação da Patrícia à cidade). Neste momento, é uma cidade óptima para se visitar porque a libra está praticamente ao mesmo nível do euro e, logo, não achámos assim tãoooo mais caro.
Ao pedido do anónimo, a música é esta; Engine, cá fica sumariamente a indicação dos sítios por onde andámos e a ordem das fotos respeita (em geral) o nosso percurso:
• Tower of London
• Tower Bridge
• London Bridge
• Perto da Tower 42, fica o Vertigo 42. Foi de lá que tivemos uma vista fantástica sobre a cidade, sem as filas e os preços do London Eye... Claro que só lá fomos porque a Patrícia já conhecia e nos revelou o bar onde só se vai com reserva, durante a semana e durante algumas horas. Se não conhecem, quando lá forem, experimentem que vale muito a pena! No site do Vertigo 42 é possível antever como é a vista.
• St. Paul's Cathedral
• Millennium Bridge
• Tate Modern
• Shakespeare Globe
• Waterloo (tradução barata: água de casa de banho)
• Westminster Brigde
• Big Ben + Houses of Parliament
• Westminster Abbey
• Trafalgar Square
• Palace Theatre
• Soho
• Piccadilly Circus
• Buckingham Palace
• St. James's Park
• Camden Lock Market
• Regent's Park
• Baker Street
• Old Compton Street
Temos de regressar várias vezes para completar tudo o que minimamente planeámos. É, portanto, um bom pretexto para voltar e rever amigos e familiares nossos que por lá estão.
Ao pedido do anónimo, a música é esta; Engine, cá fica sumariamente a indicação dos sítios por onde andámos e a ordem das fotos respeita (em geral) o nosso percurso:
• Tower of London
• Tower Bridge
• London Bridge
• Perto da Tower 42, fica o Vertigo 42. Foi de lá que tivemos uma vista fantástica sobre a cidade, sem as filas e os preços do London Eye... Claro que só lá fomos porque a Patrícia já conhecia e nos revelou o bar onde só se vai com reserva, durante a semana e durante algumas horas. Se não conhecem, quando lá forem, experimentem que vale muito a pena! No site do Vertigo 42 é possível antever como é a vista.
• St. Paul's Cathedral
• Millennium Bridge
• Tate Modern
• Shakespeare Globe
• Waterloo (tradução barata: água de casa de banho)
• Westminster Brigde
• Big Ben + Houses of Parliament
• Westminster Abbey
• Trafalgar Square
• Palace Theatre
• Soho
• Piccadilly Circus
• Buckingham Palace
• St. James's Park
• Camden Lock Market
• Regent's Park
• Baker Street
• Old Compton Street
Temos de regressar várias vezes para completar tudo o que minimamente planeámos. É, portanto, um bom pretexto para voltar e rever amigos e familiares nossos que por lá estão.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
≈≈ priscilla ★ queen of the desert ★ the musical ≈≈
Para a viagem a Londres, a Patrícia resolveu fazer uma gracinha e oferecer-nos bilhetes para um musical à nossa escolha. Em boa hora escolhemos Priscilla. É verdade que, quando soubemos, não gostámos da ideia de ir a uma sessão a meio da tarde... depois arrependemo-nos, porque a essa hora foi melhor ainda, pois descansámos as pernas e divertimo-nos à brava com o show altamente profissional, perfeito e muito, muito recomendável. Trata-se de um musical à boa maneira do West End em que nada falha e tudo está. Está a "simplicidade" do cenário, a música ao vivo, as coreografias primorosas e inovadoras, o humor, um ou outro momento mais emotivo, a cor, a alegria, as boas vozes, a tecnologia, o guarda-roupa, a iluminação, o som, o glamour, as caras (e corpos!) bonit@s, ... eu sei lá! É certamente um must e uma das (excelentes) recordações que trouxemos de Londres.
Jason Danovan está fabuloso (cf. site oficial). E, embora um pouco mais velho, continua um pão. Se bem se lembram, Jason apareceu há uns bons anos atrás (1985) na mesma série que lançou Kylie Minogue - The Neighbours. Já agora, alguém se lembra de Especially for you? ou de Too many broken hearts?
Mas é Tony Sheldon quem desempenha o melhor papel (por várias vezes tivemos dúvidas se não seria mesmo uma mulher). E já depois do espectáculo ainda apanhámos um autógrafo do espadaúdo Oliver Thornton na Old Compton Street.
★
★ 
segunda-feira, 18 de maio de 2009
..:: memória do lugar : londres ::..
Londres foi excepcional. Estivemos lá no fim-de-semana do início deste mês. A Patrícia (ainda em período de habituação à cidade) e o Nick receberam-nos soberbamente bem e foram excelentes companhias e cicerones. Ainda assim, Barcelona continua a ser a minha cidade!
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