terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

..:: Eles Vivem! by ₥ṅᵷⱥ ::..

Confesso: não resisti, fiz uma pausa no trabalho e vi (e fiquei satisfeito com) o Prós e Contras. E para quem não viu o programa, pode revê-lo aqui. Depois do malhanço incrível sobre os outros desgraçados cinzentos com cheiro a mofo sobretudo pela Fernanda Câncio, pelo Miguel Vale de Almeida, pela Isabel Moreira, pelo Daniel Oliveira e pelo Rui Tavares, repesco um texto da nossa querida Monga do coração. Já anteriormente aqui tinha colocado uma entrada cujo conteúdo e mérito era todo dela. Acontece que ela deixou de escrever no antíteses e transparências (não sei se alguma vez repararam: a sua última entrada lá é sobre mim e o Zé) para se dedicar num outro espaço restrito. E dedica-se mais do que a atenção que lhe temos dado. A Monga escreve bem, muito bem, com um ritmo e sensibilidade incomuns. Repito para quem não sabe e não a conhece: a Monga é hetero orgulhosíssima! E fiel amiga, e, em síntese, um ser humano bem formado. A semana passada deixou-nos um comentário para que a lêssemos e lá fui buscar o texto que aqui citamos na íntegra. Inspirem! Inspirem-se.









Eles Vivem!

«Este é o nome de um dos meus filmes favoritos do John Carpenter. Um filme estranho, quase absurdo, mas a atirar para a verdade. Refere um povo alienígena que toma conta do planeta Terra. Até aqui tudo ok. Mas os alienígenas estão camuflados e são vistos apenas por uns óculos escuros especiais descobertos no lixo por um homem das obras com crise existencial. Os alienígenas mandam também mensagens subreptícias, do género «Cala-te e obedece!», «Trabalha para a proliferação da espécie! Reproduz-te!». O filme lembra os regimes repressivos.

A Igreja é como estes alienígenas. Anda por aí, subreptícia, a fingir que já não tem força nenhuma, a fingir que não é política, que só se preocupa com «questões sociais», a tentar ser politicamente correcta. Não suporto a Igreja. De uma vez por todas, grite a verdade: que é suja e anti-tolerante para com os seus iguais. Ontem, falou um clérigo (não sei o posto dele na igreja, mas deve ser bispo, pois os que falam são quase sempre os bispos) que se manifestou totalmente contra o casamento homossexual, embora o Vaticano aceite as «relações homossexuais».
Primeiro: Hipócritas do caralho! Desculpem, mas são. Porque vê-se mesmo o que isto é. Isto é «deixa cá dizer ao povo, que é estúpido, que os homossexuais são iguais a nós – portanto até somos tolerantes -, casamento é que não». Mais valia a posição abertamente retrógada «fora com os homossexuais». Hipocrisia é que não. Nem todas as pessoas são burras. Eu não sou e percebi muito bem e que eu saiba, lá em casa, com ou sem curso superior e à excepção da minha provecta avó, que nestas coisas nem conta porque sempre teve amigos homossexuais mas diz que eles não existem (são como os ovnis com certeza…), toda a gente acha que a Igreja trata as pessoas como atrasadas mentais e lhes tenta impingir o que julga ser o melhor (para si mesma, enquanto instituição Igreja, por certo).
Dizia este padre que falou na televisão (o que faz dele uma pessoa importante, pois claro): uma união homossexual não pode nunca dar em casamento, o casamento é heterossexual, e portanto o que o Estado deve fazer é dar incentivos aos casais heterossexuais para terem «os filhos que desejam». Vamos analisar este discurso a roçar a ficção. Discurso falacioso, em primeiro lugar, porque desvia largamente a atenção para uma questão premente que nada tem que ver com isto: o apoio aos casais heterossexuais que querem ter filhos. Isto se tivermos em conta que nem todos querem ter filhos, hipótese que a Igreja nem contempla, ou, como eu vi num blogue, no outro dia, a união homossexual destina-se só ao «prazer sexual». Ainda bem que as bichas e as fufas são loucas desvairadas à procura de sexo «wild», porque nós hetero, além de super-fiéis, não somos nada loucos, nada pornográficos, é tudo pudico, o sexo faz-se debaixo dos lençóis e às escuras. Graças a tanta repressão social sobre a homossexualidade em louvor da heterossexualidade, quem serão os mais loucos? Os mais ou os menos reprimidos?
Os casais heterossexuais precisam de ajuda para criar os seus filhos; sim, esse tipo de infraestruturas faz parte de uma sociedade evoluída, mas como toda a gente bem sabe, é preciso condições para criar filhos e nem todos temos uma vida emocional e financeiramente estável para nos reproduzirmos. A Igreja vê isso? A Igreja não vê, não quer ver, que muitos de nós, heterossexuais, nem deveríamos pensar em filhos, mais valia nos inscrevermos em desportos de alto risco, abrir um blogue, viajar. Gosto muito da sinceridade de quem diz que não quer ter filhos porque quer fazer outras coisas da vida. Fica tudo a olhar (lá está a Igreja inculcada nas nossas vidas até à medula…), mas a realidade é esta: nem todos colocamos sequer a hipótese de nos reproduzirmos. Ámen.
A adopção, já se sabe, nem se fala na Igreja. Deve ser tabu e dos grandes. Olha agora um casal homossexual adoptar… uma vergonha ter dois pais ou duas mães. Estamos tão certos disso que nem vamos a Freud. Uma percentagem gigante de pessoas com disfuncionalidades e com doenças mentais mais comuns, como a depressão, provém de famílias heterossexuais, com pai e mãe presentes, fruto de um casamento heterossexual. Quando olho os meus (ainda) sogros à distância, percebo que muitos casais hetero são fraudulentos e prejudiciais aos filhos. Não se amam nem nunca se amaram, criaram uma relação fictícia à qual chamaram «família», na qual tentaram, durante décadas, acreditar, fazendo os filhos crer que, para além daquilo, pouco há. E há muito! Depender e ter necessidade não é amor. Recalcar frustrações e libertá-las nos filhos é intoxicá-los e torná-los incapazes de ter uma vida feliz. Lamento informar a Igreja (até porque a Igreja sabe, não quer é ver) de que os casais hetero falham, muitos são fraudes e educam os filhos segundo princípios caducos e desadequados. Porque não deixarem os homossexuais tentarem aquilo que nós, trolhas heterossexuais fechados em casamentos de fachada, nunca conseguimos? Vá lá, expliquem-me como se eu fosse uma criança de dois anos…»
Texto por fercris77



segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

..:: programa para logo à noite ::..

Para ficar com os nervos à flor da pele e tomar o pulso à dimensão do preconceito lusíada: prós e contras com a sempre fantástica Fátima Campos Ferreira (aparte: a menina mete-me um asco visceral) que, imagino, será acompanhada de tudo o que é bom e suficiente para estragar os próximos dias ("em nome de valores" é indiciador)... e como não tenho tempo para isso, nem ligarei a televisão. Vale o tempo de antena dedicado ao casamento entre homossexuais. Depois contem-me como foi, 'tá!

domingo, 15 de fevereiro de 2009

..:: cinquenta e três maneiras de dizer homossexualidade ::..



quando?




buzeranctwo
co-ghnèitheachd
cuilonyōtl
cyfunrywioldeb
đồng tính luyến ái
eşcinsellik
gomoseksuallik
heñvelrevelezh
homofili
homophylophilia
homoseksuaalisuus
homoseksuaalsus
homoseksualitas
homoseksualitāte
homoseksualiteit
homoseksualitet
homoseksualizm
homoseksualnost
homoseksualumas
homoseksûelî
homosexualidá
homosexualidad
homosexualita
homosexualitat
homosexualität
homosexualitate
homosexualité
homosexualitéit
homosexualitet
homosexuality
homoszexualitás
kehomoseksualan
omosessualità
omosessualitæ
omossessualità
omusissualità
samkynhneigð
samseksemo
ομοφυλοφιλία
гомасэксуальнасьць
гомосексуалізм
гомосексуальность
хомосексуалност
ჰომოსექსუალობა
האמאסעקסואלוטעט
הומוסקסואליות
مثلية جنسية
همجنسگرایی
समलैंगिकता
ஓரினச்சேர்க்கை
รักเพศเดียวกัน
동성애
同性戀


Não esquecer: lavar bem a boca depois de pronunciar cada uma das variantes acima apresentadas! (sobretudo as últimas)


"Fidelity": Don't Divorce... from Courage Campaign.
[obrigado às Saras pela partilha]

sábado, 14 de fevereiro de 2009

..:: porque hoje é o dia : cinquenta e uma maneiras de dizer amor ::..


[Carole Laure, Mirage Geisho - poema de Hervé Guibert || Wordle]


ái amo amore amour amuri armastus aşk ást cinta dashuria dragoste gràdh kærlighed kärlek khuyay kjærleik kjærlighet láska leefde liebe liefde ljubav ljubezen love məhəbbət meilė mīlestība miłość pag-ibig rakkaus szerelem tình yêu tlazohtiliztli αγάπη любов любовь љубав юрату אהבה ליבע حب عشق محبت ప్రేమ സ്നേഹം ආදරය ความรัก ᑕᑯᑦᓱᒍᓱᑉᐳᖅ ፍቅር 사랑

..:: have I? ::..



≈≈To my Valentine ≈≈

Há muito que nutro grande admiração por Aznavour. Aprecio o seu poder interpretativo e a forma como este, finalmente, cidadão arménio manobra as palavras. Mas este post não é para falar dele mas do meu Valentim. Quero deixar-lhe aqui este Je t’aime a.i.m.e. para lhe dizer o inevitável. A canção fala de alguém que pretende expressar-se pelas palavras mas que esbarra nas dificuldades da língua a cada passo. Está aqui tudo: o cuidado na escolha do papel e da tinta, a escolha transpirada das palavras, o borrão de tinta, o amarrotar da folha, o recomeçar, … E está aqui também o desistir e optar por formas mais pragmáticas. Por isso, meu querido, vamos ao que interessa (au diable mon stylo): amo-te, e mais nada!


Je t’aime A.I.M.E

Je t'écris c'est plus romantique
Comme un amant du temps jadis
Sur un papier couleur de lys
A l'encre bleue, et je m'applique
Quand ma plume, manque de chance,
Fait en sortant de l'encrier
Une tache sur le papier
Que je déchire et recommence

Je t'aime A.I.M.E.
T'aime le cœur en feu
Faut-il un X à feu ?
Ça me pose un problème
Allez je barre feu
Mais je garde je t'aime
Je t'aime A.I.M.E.
Simplement j'y ajoute
Ces mots "A la folie"
Mais soudain j'ai un doute
Folie avec un L
Un seul L ou bien deux ?
Deux ailes serait mieux

Tellement plus jolies
Et bien sûr plus vivant
Vivant, comme une envie
Que le bonheur agrafe
Comme un papillon bleu
Au cœur d'un amoureux
Inquiet de l'orthographe

A l'école j'étais le cancre
Dont on ne pouvait rien tirer
Guettant l'heure de la récré
L'œil fixe et les doigts tachés d'encre
Aujourd'hui je me désespère
J'ai des lacunes et je le sais
Mais amoureux il me vient des
Velléités épistolaires

Je t'aime A.I.M.E.
Et je n'ai foi qu'en toi
Comment écrire foi
Privé d'un dictionnaire
Il y a tant de fois
Dans le vocabulaire
Je peine et je m'en veux
Allez je place un S
Mieux vaut peut-être un E
Franchement ça me stresse
Et mon foie fait des nœuds
Des heures d'affilée
Penché sur le papier

Je corrige et rature
Puis j'envoie tout valser
Maudissant l'écriture
Ecœuré j'abandonne
Au diable mon stylo
Je dirais tous ces mots
Tranquille au téléphone
Je prends le combiné
Compose un numéro
Je n'ai plus de problèmes
Allo, amour, allo
Oui oui c'est encore moi
Pour la énième fois
Qui t'appelle, tu vois
Pour te dire : "Je t'aime"

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

≈≈ presumir ≈≈

Realmente, não há pachorra! Viram o ar de "desprezo" com que o Primeiro Ministro se referiu ao filme Milk? "... presumo que se chama Milk." - disse, acompanhando uma espécie de esgar. Se presume é porque não viu e, se não viu, porque o recomenda? Subitamente ficou muito gay friendly..., ou é impressão minha?
Para mim, uma coisa é colocar a questão das uniões homossexuais na agenda política e outra é prometer (valha lá isso o que valer) que as vai legalizar. Já ouvi muitas vezes a cantiga popular "a mim não me enganas tu, ..."
Passe bem, caro senhor!

..:: palavras que nos salvam ::.. Agostinho da Silva


George Agostinho Baptista da Silva
[Porto, 13 de Fevereiro de 1906 † Lisboa, 3 de Abril de 1994]

Crente é pouco sê-te Deus
e para o nada que é tudo
inventa caminhos teus

*

E posto que viver é excelente
Cada vez gosto mais de menos gente

*

Vogava ao rumo do sol
foi outra a minha alvorada
me venceu o Cabo NÃO
naufraguei de encontro ao NADA

*

O que se deu no princípio
antes de haver alvorada
foi aquele casamento
de Deus fecundando o nada


Agostinho da Silva »» Uns Poemas de Agostinho

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

..:: Câmara Escura (revelações) ::..




Quatro poemas de Joaquim Amândio Santos »» Câmara Escura (revelação) »» edição bilingue, tradução de Rámon Gómez, prefácio de António Lobo Xavier »» Sertã »» Negra Tinta »» 2007






VIGÍLIA

na tua ausência
enrosco-me felino
nas malhas da saudade.


de que foges?!
de mim jamais
que me encontro
aconchegado
dentro de ti!

para onde vais?!
que não te ceguem
cânticos melados,
escritos no nevoeiro.

porque te cegas?!
mira em teus olhos
meu ninho.
vê-te nesse límpido espelho.

é aqui que tu estás.

construindo as notas
da minha sinfonia,
enquanto cumpro as horas marcadas
num namoro perfeito
com a nossa cumplicidade.
p. 31 [também pode ser encontrado aqui]






VAMOS POR PARTES

no meu lento enroscar
observo ciumento
como dançam
minhas pernas nas tuas.
dizem
que estão a executar um volteio.
digo-lhes
que sei bem que arrufam
prenhes de paixão.

e é mesmo por aí que quero ir.
como portagem, justificadamente exigível,
exiges que te deposite
a totalidade do meu corpo.
é teu.
no mais singelo dos seus pedaços.

mas hoje
deposito por cá apenas as minhas narinas.
respira por lá.
deixa-te sossegar no meu ópio
enquanto inalas o meu incenso.
e quando tomas posse
nem hesitas
no teu breve olhar pelo meu pescoço.

a tua escolha já está feita
e os teus dentes de sabre morderam-me a vontade.
p. 67 [também pode ser encontrado aqui]






DÁDIVA


o piscar da tua pálpebra esquerda
marcou a partida da lágrima.
o brilho doce nos teus olhos diz-me
que chegarei a tempo de lhe extirpar
a salinidade,
no preciso momento
em que os meus lábios tocarem os teus.

torno-a minha. torno-me teu.
p. 65 [também pode ser encontrado aqui]






SEDA

sempre que aqui não estás
irrompem saudades do futuro.
atrevo-me a ostentar a falta que sinto de mim.

busco-me no único espaço
onde sei que estarei,
esse teus braços perfeitos de aconchego.
aí me quedo, nunca mudo,
jamais deserdado de palavras,
porque herdeiro do sossego nascido
nos meus mais ternos murmúrios.

falo-te languidamente por eles.
para que me deixes ficar permanentemente
inquilino de ti.
p. 63 [também pode ser encontrado aqui]

domingo, 8 de fevereiro de 2009

..:: adufe ::..



Diz-se na wikipédia que o adufe "é executado exclusivamente por mulheres, acompanhando o canto sobretudo por ocasião das festas e romarias". Parece que assim é, mas encontrei o potentíssimo galego Davide Salvado* a cantar a tão anti-castelhana Senhora do Almurtão, cuja romaria se realiza, anualmente, depois da Páscoa em Idanha-a-Nova. Atenção, escreve-se Almurtão, porque também encontrei Almortão, mas será fácil perceber que é Almurtão porque a imagem da Senhora foi encontrada junto a umas murtas.


* Davide Salvado merecerá uma entrada individual um dia destes. Fiquei encantado com a sua voz e com o narcisismo dos seus vídeos. É possível encontrá-lo na página no youtube, mas também no myspace. Além disso, o problema do rapaz, if you know what I mean, não está só na voz e no gosto pelo folclore! Confiram se fazem favor e aproveitem para o descobrir.



sábado, 7 de fevereiro de 2009

..:: ᴙɘⱴΐᵴⱦɐṩ adufe ::..



Apesar de não ser da minha zona, o adufe faz parte do meu mundo de afectos. É um daqueles instrumentos que me faz vibrar e regressar ao passado. Descobrir a revista homónima foi uma daquelas surpresas boas e difíceis de igualar. Trata-se de uma revista cultural local (Idanha-a-Nova), mas é muito mais que isso e muito graças ao grafismo muito apelativo. Só lamento não ter conseguido descobrir um link para a revista, embora apresente aqui a capa do número que consegui. Descubram-na, procurem-na, devorem-na, sobretudo as gentes beirãs! E não se arrependerão de a coleccionar!


sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

..:: no meu país, no meu reinado, no meu império... ::..

Pretendia ter publicado já a entrada com a atribuição dos nossos prémios. Mas não deu nem vislumbro quando dará. Lamento. Os dias têm destas coisas: nem sempre conseguimos controlar o tempo ou as emoções.
Em síntese: sem disposição emocional ou de tempo para me dedicar ao blogue. Em Abril, regressarei como deve ser. E dois meses passam a voar.
Entretanto, seguir-se-ão as entradas que chamarei de circunstância, que estavam na calha e só serão publicadas para não parecer que abandonámos o barco. Fiquem com o poema que descobri ser-nos dedicado pela sempre sorridente S.M.
Muito obrigado! Pode não ter sido escrito para nós, mas como seres humanos que somos tem muito de nós. Apesar das feridas e da dor, também continuamos a sorrir. A selecção das fotografias também da responsabilidade da S.M.





*
«Fez de mim um homem.
A tropa
O sangue
No muro das guerras
Amargo
Fez de mim
A dor
No fundo da ferida
A falta,
O abraço ausente
O fogo
Sem armas
E as lágrimas.
Fez de mim um homem
O homem que não fui,
Aquele que nunca sou.»

© Reservados os direitos de autor à S.M. (original aqui)
Fotos: Pascal Renoux


Nota 1: Nem pedi autorização à autora, mas tinha mesmo de reproduzir aqui o poema "antigo", que agora nos dedicou. É com grande emoção que o faço!
Nota 2: o título do post foi mais uma vez colhido no Rabiscos e Garatujas.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

≈≈ prémios que nos atribuíram [II] ::..

No ano passado, registámos os cinco prémios [I] que até então tínhamos recebido. Entretanto, e um ano depois, temos mais alguns, alguns deles entregues por mais do que um blogger. Obviamente que nos orgulhamos deles e por isso mesmo estão na barra lateral com links para os respectivos atribuidores. Hoje, saltam de lá para esta entrada que pretende ser a nossa forma de agradecimento colectiva e especialíssima:
ɤɤ à Pythea e à Celeste pelo "blogue de elite";
ɤɤ ao Special K pelo prémio "Campanha da amizade" (nós considerámo-nos simplesmente contemplados e pronto);
ɤɤ à Hannah pelo prémio "Blogue cheio de atitude" (com este prémio também nos considerámos simplesmente contemplados);
ɤɤ à Cristina pelo prémio "Blogue amigo" que considerou também ser nosso;
ɤɤ ao Socrates Dasilva pelo prémio "Blogue com uma Alma Grande";
ɤɤ ao André Benjamim pelo "Brilhante Weblog";
ɤɤ ao NCA e ao Nelson e ao pelo prémio "Dardos";
ɤɤ também ao Nelson pelo "Prémio Magic Blog";
ɤɤ ao Pinto pelo "Blog 100% aprovado".


Esperamos não nos termos esquecido de nenhuma nomeação.

Dizem algumas regras que os devíamos redistribuir. Contudo, como as regras estão sujeitas a serem quebradas, escudamo-nos nessa prerrogativa para não o fazermos (pelo menos hoje - e está quase a terminar esta sequência do n.º 7).






A estante dos prémios de que nos orgulhamos

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