Já sabem que me sinto mal por não responder individualmente aos vossos comentários e por não dar as boas vindas aos novos. Já ocultei os comentários, mas acabei por reconhecer que não é uma boa estratégia. De facto, sabemos que temos uma sorte danada em termos os amigos que temos e recebido comentários como os que nos têm feito + as pessoas que temos conhecido.
Agora, estou aqui para dar a mão à palmatória e render-me à evidência: postamos muito, comentam muito, mimam-nos com tantas palavras e desafios que passarei a responder somente a alguns, aqueles em que sejamos directamente interpelados. Quanto aos outros, preferia prometer retribuir com uma visita que incluísse comentários em posts novos, contudo não posso (vide alíneas d) e e); a flor aqui é para vós, aberta e pronta).
b) avaliação de desempenho dos docentes
Vai contra os meus princípios passar alunos por passar, ainda por cima porque é um dos itens pelos quais vou ser avaliado, para já não falar do abandono dos alunos (seja porque anularam a matrícula, seja porque foram excluídos por faltas). Há já algum tempo que ando FARTO que toda a gente tenha palpites sobre o assunto mesmo não entendendo nada do que está envolvido. O nível de exaustão desta avaliação vai ocupar-me muito mais tempo do que o estágio que fiz em 1999/2000. Porquê? Porque nessa altura sabia desde o início o que me esperava, as regras pelas quais seria avaliado. Agora, tenho uma lista incrível de itens que me ocuparão horas e horas a decifrar e a pensar como os executar. Nunca precisei deles para planear as minhas aulas. Até acho que não sou mau professor e que crio um bom ambiente de trabalho, contudo, agora passarei mais horas a preocupar-me com eles do que com os alunos para quem deixarei de ter tempo. Em resumo, não são os alunos que importam, mas a burocracia, a verborreia legislativa (para não dizer cagamerdeira como Joane). Além disso, tenho de gerir a minha raiva, conter o meu ímpeto para não ser desagradável e sobreviver neste saco de gatos, visto que este ministério já está a conseguir pôr os professores uns contra os outros. No final, não se distinguirá trigo de joio nenhum, pois em muitas situações é já o joio que avalia o trigo.
Havia tanto para dizer sobre este ponto... Sublinho somente que este governo e esta ministra em concreto mataram o meu amor por dar aulas. Não sei se ria, se chore… como isto não tem piada nenhuma… Desisto.
c) bizarrias
# Os projectos de José Sócrates
# ‘Bora bater na ministra?
d) em suspenso
# as fotos e mais impressões do Porto
e) finalmente
Antes de entrar em colapso e me eclipsar por completo numa clausura de trabalho, burocracias, preocupações e palavras para inventar, quero dizer-vos que hoje isto esteve vai não vai para ser encerrado. Como não pode ser uma decisão unilateral minha, fica em standby. Sinto-me no limite e nem sequer meto férias, como fiz antes. Não me devo precipitar e fugir assim sem mais nem menos. Já conhecemos seres tão interessantes e há tantos mais para conhecer que manterei a porta aberta. Por ora, eu próprio fico em suspenso, vou a lado nenhum e não sei quando vou voltar de corpo inteiro! Um abraço forte do tamanho do mundo, sem tempo ou lugar.
Agora, estou aqui para dar a mão à palmatória e render-me à evidência: postamos muito, comentam muito, mimam-nos com tantas palavras e desafios que passarei a responder somente a alguns, aqueles em que sejamos directamente interpelados. Quanto aos outros, preferia prometer retribuir com uma visita que incluísse comentários em posts novos, contudo não posso (vide alíneas d) e e); a flor aqui é para vós, aberta e pronta).
b) avaliação de desempenho dos docentes
Vai contra os meus princípios passar alunos por passar, ainda por cima porque é um dos itens pelos quais vou ser avaliado, para já não falar do abandono dos alunos (seja porque anularam a matrícula, seja porque foram excluídos por faltas). Há já algum tempo que ando FARTO que toda a gente tenha palpites sobre o assunto mesmo não entendendo nada do que está envolvido. O nível de exaustão desta avaliação vai ocupar-me muito mais tempo do que o estágio que fiz em 1999/2000. Porquê? Porque nessa altura sabia desde o início o que me esperava, as regras pelas quais seria avaliado. Agora, tenho uma lista incrível de itens que me ocuparão horas e horas a decifrar e a pensar como os executar. Nunca precisei deles para planear as minhas aulas. Até acho que não sou mau professor e que crio um bom ambiente de trabalho, contudo, agora passarei mais horas a preocupar-me com eles do que com os alunos para quem deixarei de ter tempo. Em resumo, não são os alunos que importam, mas a burocracia, a verborreia legislativa (para não dizer cagamerdeira como Joane). Além disso, tenho de gerir a minha raiva, conter o meu ímpeto para não ser desagradável e sobreviver neste saco de gatos, visto que este ministério já está a conseguir pôr os professores uns contra os outros. No final, não se distinguirá trigo de joio nenhum, pois em muitas situações é já o joio que avalia o trigo.
Havia tanto para dizer sobre este ponto... Sublinho somente que este governo e esta ministra em concreto mataram o meu amor por dar aulas. Não sei se ria, se chore… como isto não tem piada nenhuma… Desisto.
c) bizarrias
# Os projectos de José Sócrates
# ‘Bora bater na ministra?
d) em suspenso
# as fotos e mais impressões do Porto
# os desafios que nos têm deixado: o do Special K, da AllenGirll e da Celeste (mais o do Brama e o do Pinguim)
# os comentários que devia deixar por aí...e) finalmente
Antes de entrar em colapso e me eclipsar por completo numa clausura de trabalho, burocracias, preocupações e palavras para inventar, quero dizer-vos que hoje isto esteve vai não vai para ser encerrado. Como não pode ser uma decisão unilateral minha, fica em standby. Sinto-me no limite e nem sequer meto férias, como fiz antes. Não me devo precipitar e fugir assim sem mais nem menos. Já conhecemos seres tão interessantes e há tantos mais para conhecer que manterei a porta aberta. Por ora, eu próprio fico em suspenso, vou a lado nenhum e não sei quando vou voltar de corpo inteiro! Um abraço forte do tamanho do mundo, sem tempo ou lugar.
Vamos fugir?










































